Supercarro do mês: Ferrari Portofino

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Sucessora da California, roadser da Ferrari tem motor 3.9 V8 que entrega 600 cv.

Na frente, a Portofino apresenta faróis em forma de L e capô vigoroso.

Dez de cada dez amantes de carros superesportivos amam a Ferrari. A marca mais mítica do mundo automotivo exerce magnetismo especial sobre as pessoas, principalmente aquelas que podem ter uma na garagem.

A beleza não foge à regra quando se trata da Ferrari Portofino. Ela manteve alguns elementos da sua antecessora Ferrari California, como o teto rígido dobrável, que demora apenas 14 segundos para ser recolhido com o carro a uma velocidade de até 48 km/h.

Na Europa, a Portofino custa a bagatela de 196.000 euros, que se convertem em cerca de R$ 2 milhões em caso de importação para o Brasil.

O roadster está 80 kg mais leve que a California.

O roadster da Ferrari é elegante, porém, bruto. O motor 3.9 V8 biturbo ganhou 40 cv em relação à California. Assim, ele entrega 600 cv a 7.500 rpm, com torque de 77,4 kgfm obtido entre 3.000 e 5.250 rpm.

Associado à transmissão automatizada de sete marchas, o V8 exibe novos pistões e bielas e sistema de admissão e exaustão aprimorado. Essas alterações ajudam a levar a Portofino a 318 km/h e acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 3,5 segundos.

O superesportivo tem quatro telas no painel, uma delas fica à frente do passageiro.

As melhorias em comparação à Ferrari Califórnia se estendem do lado de dentro da Portofino, que possui quatro telas: duas no painel de instrumentos (ao lado do conta-giros analógico), o monitor full HD de 10,25 polegadas da central multimídia — com tela sensível ao toque e gráficos 3D – e uma de oito polegadas instalada à frente do banco do passageiro.

O volante do roadster da Ferrari agrega o controle da central multimídia, GPS, limpador traseiro e setas de direção. Os bancos são mais leves e ajustáveis ao corpo dos ocupantes. Atrás, porém, o espaço é adequado para duas crianças, a não ser que os passageiros adultos não se importem de viajar com as pernas espremidas.

O motor 3.9 V8 biturbo leva o carro a 318 km/h.

Segundo a Ferrari, o defletor elétrico de vento reduz o fluxo de ar no habitáculo 30% a mais que na Califórnia. Já a terceira geração do diferencial traseiro eletrônico foi recalibrado para melhorar a dirigibilidade da Portofino.

A Portofino pesa cerca de 1.700 kg, 80 kg mais leve que a California. Na prática, a “dieta” contribui na performance, ainda mais na hora de contornar as curvas. Suave ao extremo, o roadster da Ferrari parece bailar no asfalto até mesmo em situações de alta velocidade.

 

Fotos

Créditos – Divulgação/Ferrari

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